segunda-feira, junho 26, 2006



Dance and Kiss

Sexta foi um dia bem especial, muitas coisas que pareciam encantadas mostraram-se palpáveis, uma pessoa tão distante, permitiu-se mais.
Resolvi ir no Ocidente, depois de muitas semanas, que já nem sei mais precisar. Tava bom, embora tenha sentido falta de meus amigos de festa, principalmente do Rodrigo... É engraçado como determinadas baladas trazem pessoas específicas à mente. O Rodrigo Gressler é meu amigo para Ocidente, assim como o Gef é meu amigo para Venezianos, entre outros exemplos que poderia relatar à exaustão.
As mesmas pessoas, os mesmos sorrisos, os mesmos olhares. O diferencial foi o beijinho na nuca e aqueles cílios gigantes que emolduram olhos claros, ligeiramente embriagados.
Saímos. Peregrinamos numa Getúlio sem garageiros acordados e com meu cavalo branco (de príncipe safado, que sou) querendo descansar. Um posto com preço salgado foi a solução.
Acordei e, escoltado, fui ao banheiro, com as costas doendo de um colchão que não era o meu, sem perder um riso de satisfeito-confuso-tímido. Tornei e havia almoço à mesa.
Minhas dúvidas se multiplicaram, não achei prudente questionar nada, então, a noite de sábado exigiu oxigênio.
O novo Santo Padroeiro das Festas Juninas (São Messenger), na domingueira manhã, tratou de botar tudo nos seus devidos lugares, mas como não acredito em milagres, ainda restam dúvidas...
Divertido foi o Eduardo Kaiser, me enviando Tremendo Vacilão, hit funk de Perla, vê se pode!? (risos)
Hoje acordei bem, numa segunda de vento forte e frio gostoso. Lanchamos juntos a Ana Paula, o Gef e eu. Li uma matéria dilícia sobre o novo filme do Almodóvar: Volver. É... Acho que é hora de voltar.

quinta-feira, junho 22, 2006


E por que não?

Faz tempo que questiono-me sobre coisas do tipo: o quanto vale a pena investir numa relação, que olhando racionalmente, está fadada ao fracasso? Esta semana tentei desenfreadamante abortar algo que nem começou direito. Acontece que eu só perdi meu tempo. Não conseguir tirar alguém da cabeça, é algo que faz sofrer aquele que é racional (ou tenta ser). Meu principal defeito é projetar nos outros minhas frustrações e/ou meus desejos e, muitas vezes, quero que me dêem o respaldo que eu não posso dar. Peço coisas sem oferecer nada. Exalto os defeitos – inclusive os meus – e esqueço de enaltecer as virtudes. Enfim...Todo este rodeio é uma tentativa de conseguir o perdão de alguém que eu magoei muito nestes últimos dias e, também, de certa forma, me perdoar. Tô aprendendo, mas acho que tenho déficit de atenção.
Hoje teve jogo do Brasil na Copa, que, pra variar, eu não assisti, comi biju, fui na livraria e na pizzaria da Vasco, com o Mateus e com o Fabiano e até que sorri bastante.

quarta-feira, junho 21, 2006


Precisa-se urgentemente de descanso

Acordei pela manhã com uma náusea horrível (tenho que investigar uma gastrite). O mundo estava cinza e eu parecia levar uma nuvem de chuva daquelas que acompanham somente a gente. Pavor, senti, naqueles cinco minutos dirigindo sobre estradas esburacadas e chuva torrencial (será que exagero?). O fato é que até para trabalhar, pela manhã, estava chato: Quedas de energia, as crianças agitadas, muitos alunos não foram e eu ia começar conteúdo novo, enfim...
À tarde a situação estava um pouco diferente, mais clara, mais leve. Deliciei-me com um chá de hortelã com abacaxi, que a Diva me deu. Ri um pouco com a Elise. E a Mari me emprestou a Isto é, com uma tragédia qualquer na capa que eu tratei de passar de largo.
Hoje meu sobrinho Eros disse que olhou Os Batatinhas na escola e ri muito porque o nome do filme é Os Batutinhas, ri tbm porque imediatamente lembrei do dia, em que (pasmem!!!) na quarta série descobri que a palavra era animal e não alimal... I was children, ok!

terça-feira, junho 20, 2006





TerçARGH!


Preguiçosamente, escrevo estas breves linhas ouvindo Fito "Te vi, te vi, te vi... Yo no buscaba nadie y te vi..." terminando um cedezinho (que tá tri bonitinho) pra Grasi ou Dona Gigi, se preferires...
Cheguei em casa e tombei pra minha quase-morte-vespertina-diária. Sonhei com pessoas pequenas - é o termo politicamente correto para denominar anões -, eram muitos, quase uma convenção; falavam alto e me desejavam. Como o Mateus disse que é pra eu parar com esse egocentrismo, digo, agora, consciente e livre do estado onírico, que apenas metade queria ficar comigo.
A verdade é que acordei com uma puta queimação estomacal e uma vontade enoooooooorme de ler aqueles livrinhos de sonhos vagabundos, para saber o que meu sonho significa, como não os tenho, comecei Ciranda de Pedra, de Lygia Fagundes Telles, que retirei na biblioteca do JB. Intimistas e densas, estas dez primeiras páginas. Vou gostar, mas ainda não entendo a personagem Virgínia.
Resolvi ligar meu celular numa atitude “chega de fugir, criança” e dois minutos depois recebi uma ligação. Fui frio, mas não planejado, é só o banho de pessimismo que me toma, às vezes, de assalto... Constatação imediata: Virtual não dá... Preciso de pele e sussuros ao ouvido!



Nasceu ZomBa FloR !


É com imenso prazer (ui!) que Sandro & Flor participam o nascimento de seu mais novo rebento aos 20 dias do mês de junho, às 4h e 39 min. ZomBa FloR nasceu com pouco mais de 3 kb, com 17 polegadas e sob o signo de Gêmeos (quase Câncer) - por isso estima-se que seja bem debochado -, nasceu na Namíbia, mas não é filho do Brad e da Angelina, e tem como sina falar da vida alheia e da sua própria, nos momentos "umbigóides"... Vivas ao ZomBa!