terça-feira, junho 20, 2006





TerçARGH!


Preguiçosamente, escrevo estas breves linhas ouvindo Fito "Te vi, te vi, te vi... Yo no buscaba nadie y te vi..." terminando um cedezinho (que tá tri bonitinho) pra Grasi ou Dona Gigi, se preferires...
Cheguei em casa e tombei pra minha quase-morte-vespertina-diária. Sonhei com pessoas pequenas - é o termo politicamente correto para denominar anões -, eram muitos, quase uma convenção; falavam alto e me desejavam. Como o Mateus disse que é pra eu parar com esse egocentrismo, digo, agora, consciente e livre do estado onírico, que apenas metade queria ficar comigo.
A verdade é que acordei com uma puta queimação estomacal e uma vontade enoooooooorme de ler aqueles livrinhos de sonhos vagabundos, para saber o que meu sonho significa, como não os tenho, comecei Ciranda de Pedra, de Lygia Fagundes Telles, que retirei na biblioteca do JB. Intimistas e densas, estas dez primeiras páginas. Vou gostar, mas ainda não entendo a personagem Virgínia.
Resolvi ligar meu celular numa atitude “chega de fugir, criança” e dois minutos depois recebi uma ligação. Fui frio, mas não planejado, é só o banho de pessimismo que me toma, às vezes, de assalto... Constatação imediata: Virtual não dá... Preciso de pele e sussuros ao ouvido!

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