Sempre em frente, não temos tempo a perder...” Começo dizendo que sou o cara nascido em 1979, que traz a infância no bolso, para passá-la, vez ou outra, por entre os dedos e sentir a aspereza doce dos sonhos que acalentei. Acordo e durmo todo dia e, neste intervalo, preencho minha existência com pílulas de (real)idade, receitadas pelo Dr. Destino. Não acredito em pecado e creio em justiça. Temo relâmpagos, mas enfrento noites solitárias numa boa. Aprendo com facilidade, não sou de recorrer no erro. Tenho cultivado a paciência; uma conquista! Entendo que ouvir (realmente) às pessoas que amo, pode ser difícil e, por isso, deve ser um exercício diário. Perco-me nas ruas , nos desejos, nos pensamentos... Sorrio e converso só. Vitimo quem está a meu lado cantando sem ritmo ou afinação. Crio estratégias para burlar a rotina. Quando não nos damos conta do que somos, há a certeza de uma vida sem sentido. Sei quem sou, sei o que quero. “... Temos todo o tempo do mundo”
quarta-feira, outubro 24, 2007
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