As pessoas há muito tempo demonizam a Rede Globo e a tudo o que ela produz. Não sou dessas pessoas. Sei que todas as redes televisivas têm seus pontos negativos e que a programação é ditada pelo público e por mais ninguém.
Tem uma coisa que acho primorosa nos canais abertos (mais especificamente na Globo): as miniséries. Riacho Doce, Agosto, Hilda Furacão, Chiquinha Gonzaga, Hoje é Dia de Maria, A Muralha, Cidade dos Homens, Anos Dourados, enfim... Não vou lembrar de todas que assisti e gostei (muito!).
E hoje estreiou Queridos Amigos, que já é meu programa preferido por estes dias. E confesso, conquistou-me antes mesmo da primeira cena. Por quê? Talvez pela escolha do elenco (Matheus Nachtargaele, Maria Luíza Mendonça, Tarcísio Filho, Débora Bloch, Denise Fraga, Luís Carlos Vasconcelos, Joelson Medeiros, Guilherme Weber, Bruno Garcia, Fernanda-Diva-Montenegro, Drica Moraes, entre tantos outros...) e do protagonista, gosto muito de Dan Stulbach. Talvez pela temática oitentista (sou saudosiiiista). Talvez pelo mote: a morte anunciada, como propulsora de uma mudança de postura perante a vida, é um chavão literário, no entanto, É O MELHOR DELES!
Todos já sabem, agora, enquanto estiver passando Queridos Amigos, não estarei disponível para o mundo externo.


Um comentário:
Queridas Minisséries!
Também assisto (isso quando não jogam a areia em meus olhos pra que eu vá assistir alguma outra minissérie onírica).
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